Segunda, 22 de outubro de 2012.

Novo Clio e Fluence GT são os lançamentos da Renault no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo

Moderno sistema Media Nav para Sandero e Logan está entre as novidades da marca. Estande tem diversas atrações interativas para o público A Renault recebe os visitantes da 27ª edição do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo em um estande de 2.000 m² concebido para mostrar toda a diversidade da sua gama, refletindo a inovação tecnológica, a esportividade e a preocupação ambiental. A marca que mais cresce no mercado brasileiro tem novidades em seus principais modelos, além de diferentes atrações interativas para os visitantes.

Os principais destaques são o Novo Clio, primeiro automóvel com a nova identidade visual da Renault no Brasil, que se destaca pelo baixo consumo de combustível (obteve a nota “A” na categoria “Subcompacto” do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, se posicionando como o mais econômico do seu segmento) e pela ampla possibilidade de personalizações; e o Fluence GT, primeiro Renault com motor turbo e com a assinatura “Renault Sport” no País. Essas duas novidades fazem a avant-première no Anhembi e começarão a ser vendidas no mercado brasileiro em novembro. 

O Renault Design América Latina (RDAL), um dos cinco centros de design da Renault no mundo, que fica em São Paulo, desenvolveu especialmente para o Salão do Automóvel de São Paulo o DCross. Trata-se de um show car inspirado no Duster, o utilitário esportivo mais vendido do seu segmento, evidenciando as suas características de robustez, de um verdadeiro SUV. Outro exercício de criatividade é o carro-conceito Captur, um versátil crossover de amplas dimensões e desenho esportivo.

A Renault mostra ainda para o público brasileiro dois modelos elétricos: o Fluence Z.E. e o urbano Twizy. Os dois já são vendidos na Europa e fazem parte da estratégia mundial da marca de veículos com zero emissão de poluentes. 

Outras atrações de diferentes épocas também marcam presença no estande. De um lado, o RB8, carro de Fórmula 1 da equipe Red Bull Racing Renault, atual bicampeão mundial da categoria. De outro lado, o Willys Interlagos, réplica do primeiro esportivo fabricado no País com o DNA do Renault Alpine, que marcou época no automobilismo nacional, pilotado por grandes pilotos, como Bird Clemente. 

As linhas Logan e Sandero também trazem novidades no salão. A partir deste mês, os modelos passam a ter como opcional o moderno sistema Media Nav, que tem funções de rádio, Bluetooth e GPS. Uma tela sensível ao toque (touch screen) de 7 polegadas, integrada ao painel do veículo, apresenta menus de fácil identificação e configuração. Dois tótens montados no estande dão ao público a chance de conhecer melhor os recursos e tecnologias do Media Nav. 


Atividades interativas
As atrações no estande vão além dos 18 veículos em exposição. Os visitantes que se cadastrarem na página da Renault no Facebook receberão uma pulseira que estará integrada a seis modelos expostos. Ao lado desses carros, um iPad com leitores confirma a presença do visitante. Automaticamente, o sistema manda uma mensagem de “curtir” no perfil do facebook do visitante, que ainda pode compartilhar imagens dos modelos com sua rede de relacionamentos. 

De hora em hora, haverá um show de ilusionismo que une a tecnologia digital dos tablets com as tradicionais técnicas de mágica. Os visitantes ainda podem se divertir nos dois simuladores de Fórmula 1 desenvolvidos pela Red Bull. 

Os lutadores de MMA Anderson Silva e Rodrigo Minotauro, garotos propaganda do Duster, também vão interagir com os visitantes em dias determinados no estande da Renault. 



Novo Clio
O Novo Clio chega ao mercado brasileiro seguindo a recente identidade visual adotada pela Renault na Europa e em outros países do mundo. A tarefa de atualização estética do modelo ficou a cargo da equipe do Renault Design América Latina (RDAL). 

A frente do carro, por exemplo, foi totalmente modificada, com adoção de novos faróis, para-choques, capô e entradas de ar. Uma grade estreita liga um farol a outro e converge para o centro, onde está a logomarca da Renault. Abaixo, uma grande tomada de ar em formato trapezoidal dá um toque de agressividade ao modelo.

Na traseira, foi incorporado um aerofólio com brake-light. As lanternas, no formato ligeiramente triangular têm as luzes com nova disposição. A tampa do porta-malas ganhou dois vincos horizontais, que partem das lanternas em direção ao centro, onde está o logo da Renault, com a inscrição “Clio” em letras estilizadas logo abaixo, posicionamento que também segue o padrão dos demais modelos da marca. 

No interior, o quadro de instrumentos é novo, com marcadores de nível de combustível e temperatura do líquido de arrefecimento digitais, além do computador de bordo. 

Um dos diferenciais da linha 2013 do Novo Clio é que o veículo pode ser personalizado interna e externamente para ficar ao estilo do proprietário. São quatro kits de personalização disponíveis, sendo três para o exterior: Sport, Look e Adesivos (com faixas esportivas ou desenho geométrico); e um para o interior: Kit Estilo. 

O Novo Clio obteve nota “A” na categoria “Subcompacto” do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, tanto na versão de entrada como na equipada com ar-condicionado e hidráulica, se posicionando como o mais econômico do seu segmento. 

O Clio foi o primeiro compacto da sua categoria a oferecer três anos de garantia total de fábrica (ou 100.000 km o que ocorrer primeiro). A Linha 2013 do modelo continua oferecendo essa vantagem aos consumidores aliada à consagrada robustez mecânica e ao baixo custo de manutenção.




Fluence GT
O esportivo Fluence GT, que traz a assinatura Renault Sport – divisão responsável pela preparação de modelos esportivos da marca –, tem motor 2.0 16V de 180 cv de potência. Graças ao turbo “twin-scroll”, compacto e de última geração, quase 80% da força já está disponível a partir de 1.500 rpm. E o torque máximo de 30,6 kgfm aparece logo aos 2.250 rpm. Assim, o Fluence GT é o modelo com maior torque da categoria. A aceleração de 0 a 100 km/h leva 8,0 segundos e a velocidade máxima é de 220 km/h. 

As mudanças estéticas (internas e externas) incorporadas ao Fluence GT foram concebidas pela equipe do Renault Design América Latina (RDAL), o primeiro estúdio de design da marca no continente americano. 

Painel digital, pedaleiras de alumínio, soleiras nas portas com a inscrição “Renault Sport”, novo interior na cor preta com detalhes em preto brilhante, além de costuras em vermelho nos bancos esportivos, volante e manopla são os diferenciais no acabamento interno do Fluence GT.

Do lado de fora, os diferenciais da versão turbo ficam por conta das rodas de 17’’ com design exclusivo, aerofólio, saias dianteira, traseira e laterais, além de retrovisores e maçanetas na cor “Dark Metal”.


Red Bull Racing Renault
Continuando o passeio pela esportividade, o visitante vai se deparar com o bólido da equipe Red Bull Racing Renault, atual bicampeã do Mundial de Construtores. Aliás, o esporte está no DNA da Renault, uma das poucas fabricantes de automóveis em larga escala a estar presente na categoria mais importante do automobilismo mundial: a Fórmula 1. Em mais de três décadas de atuação na F1, a Renault possui uma trajetória de pioneirismo – foi a primeira a utilizar os motores turbo na categoria – e vitoriosa: conquistou 10 títulos do Mundial de Construtores, nove Campeonatos Mundiais de Pilotos e 200 poles.

Atualmente, mais de 30% dos carros que competem na categoria são equipados com o motor RS27, fornecido pela Renault Sport F1 – divisão esportiva da Renault na F1. Quatro equipes contam com os propulsores Renault: Red Bull Racing Renault, Lotus Renault, Williams Renault e Caterham Renault.
A parceria Red Bull Racing Renault foi iniciada em 2007 e é uma das parcerias de motor e chassi mais bem-sucedidas da atualidade. O resultado é a conquista do bicampeonato (2010 e 2011) do Mundial de Construtores e dois títulos do Campeonato de Pilotos para Sebastian Vettel.

Toda essa experiência em circuitos é uma vantagem inegável para a Renault, que vem utilizando a F1 como laboratório de testes tecnológicos, permitindo desenvolver e testar as tecnologias dos motores do futuro em condições extremas. Estas inovações são utilizadas principalmente para melhorar a performance e reduzir o consumo de combustível dos veículos de série.


Willys Interlagos
Ainda na área dos esportivos, está o lendário Willys Interlagos, primeiro carro esportivo fabricado no País, que despertou a cobiça de quem era jovem na década de 60 e hoje arranca suspiros dos admiradores de automóveis antigos. Este modelo foi fabricado a partir de 1961 pela Willys Overland – que obteve na época a licença da Renault – inspirado no Renault Alpine, comercializado na Europa.

A começar pelo nome: Interlagos. Uma ideia que partiu de Mauro Salles, publicitário e apaixonado por carros, para homenagear o principal autódromo do País. A referência caiu bem ao esportivo. Foi guiando a versão de corrida do Willys Interlagos, sob a chancela da “Equipe Willys” (uma das mais bem estruturadas da década de 60), que ícones do automobilismo verde-amarelo, como Bird Clemente, inspiraram os novatos que surgiam, notadamente Emerson Fittipaldi, Wilson Fittipaldi Jr. e José Carlos Pace, numa época em que os pilotos brasileiros começavam a se profissionalizar.

As vitórias se sucederam nas mais importantes competições do período: GP da Guanabara, 500 km de Interlagos, 200 milhas de Montevidéu. E, assim os Interlagos, como os Gordinis – também fabricados pela Willys sob licença da Renault – impulsionaram a paixão dos brasileiros pela velocidade e fizeram do automobilismo uma paixão nacional.

O carro exposto do Salão do Automóvel é uma “réplica” feita pelo colecionador Denisio Casarini, em homemagem ao Willlys Interlagos número 22 pilotado por Bird Clement, para competir em 2013 no campeonato paulista Super Classic.
Sandero GT Line
Outro representante da esportividade no estande é o Sandero GT Line. As mudanças estéticas (internas e externas) incorporadas ao modelo foram concebidas pela equipe do Renault Design América Latina (RDAL). 

O novo para-choque frontal, desenvolvido exclusivamente para a versão GT Line, busca realçar o dinamismo presente no desenho do Sandero. Esta peça tem uma ampla entrada de ar para o radiador, pintada na cor preta, instalada na parte central. 

Nas laterais, estão expostos adesivos esportivos, fixados na parte superior das portas, avançando sobre os para-lamas. Os retrovisores são na cor preta brilhante e as rodas 15 polegadas, confeccionadas em liga leve, também na cor preta, têm desenho exclusivo.

Na parte traseira, o visual esportivo é garantido pelo aerofólio na cor preta brilhante, combinando com os retrovisores externos, pelas lanternas traseiras escurecidas e pelo extrator de ar integrado ao para-choque, que é exclusivo dessa versão esportiva.

No interior, destaque para a presença do vermelho nos cintos de segurança e nas costuras do banco. Os encostos de cabeça dianteiros possuem a inscrição “GT Line”. Volante e manopla de câmbio são em couro. 


Duster Show Car
O DCross é um exercício de criatividade do Renault Design América Latina (RDAL) que potencializa as principais características do Duster, o utilitário esportivo mais vendido do mercado brasileiro. 

Toda robustez, flexibilidade e agressividade foram integrados à base do Duster 4x4 de rua através de elementos como carroceria em duas cores (verde brilhante na dianteira e preta fosca na traseira), rodas diamantadas de 18 polegadas com pneus off road, barras de teto com o estepe acima e maior altura do solo. Os retrovisores incorporam os piscas e tanto faróis como lanternas têm LEDs. 

O acabamento interno também tem as mesmas cores da carroceria. O teto forrado de preto reforça o ambiente esportivo e elegante. A cor verde aparece em detalhes nas molduras das saídas de ar, cintos de segurança, bancos e painel. A alavanca do freio de mão é tipo avião, em forma de “7”. 

O Duster Show Car também traz o moderno sistema Media Nav, com rádio, Bluetooth e GPS integrado ao painel. As principais funções estão distribuídas no console com foco no sistema de seleção de tração (4x2, auto e 4x4). 


Captur
O moderno Captur, que dá continuidade ao estilo do concept-car DeZir, não tem ângulos nem linhas retas, mas formas sensuais e naturais, refletindo um estilo simples e aconchegante. 

O Captur não tem apenas um apelo emocional: é um veículo prático e funcional. Quando retirado, o teto rígido revela uma estrutura em carbono. Assim, o modelo pode se transformar, passando de cupê para conversível ou de veículo urbano para um fora-de-estrada. 

O seu lado esportivo é reforçado pelas portas tipo “asa” e pneus Michelin (250/40) superdimensionados de 22 polegadas, montados sobre rodas pretas e brancas, cujo padrão se repete ao longo dos flancos. 


Twizy
O simpático compacto de dois lugares integra uma gama completa de veículos movidos a eletricidade comercializada pela Renault na Europa, da qual fazem parte ainda Fluence Z.E., Kangoo Z.E. e Zoe. 

Com apenas 473 kg, 2,34 m de comprimento e 1,23 m de largura, o Twizy é mais de duas vezes mais leve que um carro e se encaixa perfeitamente àqueles que querem um veículo urbano para uma mobilidade prática e eficaz.

Na parte frontal do Twizy, uma portinhola esconde o cabo de recarga. Basta conectá-lo a qualquer tomada 220 V. Em 3h30, a bateria é completamente recarregada. A autonomia é de 100 quilômetros. 

As duas pessoas se sentam de maneira semelhante a de uma motocicleta, porém, com mais conforto e segurança. O volante é idêntico ao de um carro, e o câmbio é automático com opção apenas para frente e para trás. O painel digital traz velocímetro e informação sobre a carga da bateria, com autonomia e hora. 

O motor elétrico empurra o veículo a até 80 km/h. São 13 kw de potência, o equivalente a 17,6 cavalos. Com tração traseira, o Renault tem pneus de 13 polegadas (Continental EcoContact), ligeiramente mais estreitos na dianteira e calibrados com elevada pressão a fim de minimizar o atrito com o solo. A direção é facilitada ainda pelos dois amplos retrovisores que permitem uma visão completa do que está atrás do veículo. 

Até 2015, a Aliança Renault-Nissan terá investido 4 bilhões de euros no seu programa elétrico. A Renault é hoje líder no mercado europeu em vendas de veículos elétricos. 


Fluence Z.E.
O sedã vem mostrando ao mundo que um veículo elétrico não é obrigatoriamente um pequeno carro com autonomia e desempenho limitados. As iniciais “Z.E.” vêm do inglês “zero emition” (emissão zero). 

Com 4,75 m de comprimento, a versão elétrica do Fluence é 13 cm mais longa que seu “irmão” com motor a combustão interna, para permitir a instalação das baterias atrás dos bancos traseiros. A lateral da carroceria também foi redesenhada para manter o equilíbrio geral da versão original. 

Completando este perfil, o Renault Fluence Z.E. distingue-se pelas duas portinholas de recarga localizadas nos para-lamas dianteiros. Além disso, a parte inferior do para-choque traseiro é dotada de um difusor preto para melhorar a resistência aerodinâmica. Na mesma linha, as rodas com design específico foram desenhadas para reduzir as turbulências aerodinâmicas. Sete cores de carroceria são oferecidas, entre elas, o Azul Energia. 

O motor elétrico, com rotor bobinado, atinge potência máxima de 70 kW (equivalente a 95 cv), alcançada a 3.000 rpm; o torque máximo atinge 23,1 kgfm e é obtido instantaneamente, o que proporciona ao motorista uma sensação inédita e surpreendente. Não é preciso trocar as marchas. 
A alimentação do motor é bateria com a tecnologia íon-lítio, que contém 48 módulos de potência, tendo cada um deles 4 células elementares. Dentro destas células acontecem reações eletroquímicas que permitem produzir corrente ou armazenar energia. Cada módulo tem o tamanho de um notebook.


Sandero e Logan 
A partir deste mês, as versões Sandero Privilège e Stepway e o Logan Expression 1.6 passam a trazer, como opcional, o moderno sistema Media Nav, recém-lançado na série limitada Duster Tech Road. Com tela touch screen de 7 polegadas integrada ao painel, o sistema oferece as funções de rádio, Bluetooth e GPS, com menus de fácil identificação e configuração. 

O Sandero é vendido com três opções de motor: 1.0 16V Hi-Flex nas versões Authentique e Expression, 1.6 8V Hi-Power nas versões Expression, GT Line, Privilège e Stepway e 1.6 16V Hi-Flex que equipa as versões com câmbio automático. 

O Logan também traz os motores 1.0 16V Hi-Flex e 1.6 8V Hi-Power nas versões de acabamento Authentique e Expression e o 1.6 16V Hi-Flex na versão Expression com câmbio automático.


Duster
Robustez, espaço interno, versatilidade e design são destaques da linha Duster, produzida no Brasil em seis versões, com dois diferentes motores (1.6 16V Hi-Flex e 2.0 16V Hi-Flex) e duas opções de tração (4x2 ou 4x4). Além do design (externo e interno) modificado pelo Renault Design América Latina (RDAL), o modelo nacional também teve o desenvolvimento de vários sistemas para o nosso mercado realizado pelo Renault Tecnologias Américas (RTA), tais como: suspensões, motores, câmbios e conforto acústico.

O motor 1.6 16V Hi Flex equipa as versões básica, Expression e Dynamique, todas com tração dianteira. Já o propulsor 2.0 16V Hi-flex está sob o capô da versão Dynamique, seja com câmbio manual de seis velocidades, automático ou com tração nas quatro rodas. 

O sistema Media Nav, que fez a estreia com a série limitada Tech Road, desenvolvida a partir da versão Dynamique 1.6 e 2.0 com tração 4x2, chega como opcional na versão topo de linha 4x4. 


Renault no Brasil
A Renault é uma multinacional com mais de um século de história, presente em quase 120 países dos cinco continentes. Foi a primeira montadora francesa a acreditar no potencial do mercado automotivo brasileiro e a primeira newcomer a anunciar a construção de uma fábrica no País, na década de 1990. E desde lá vem traçando um caminho de conquistas. 

Com o Complexo Ayrton Senna, instalado em São José dos Pinhas, no Paraná, a Renault do Brasil conta atualmente com mais de 6 mil colaboradores e mantém três fábricas: a de automóveis (onde são produzidos Duster, Logan e Sandero); a de comerciais leves (que produz Master e os modelos Nissan Livina e Frontier) e a de motores. Também integram o portfólio de produtos os veículos Novo Clio, Fluence, Symbol e Kangoo Express, produzidos na Argentina. 

A qualidade da diversificada linha conquistou a preferência dos consumidores, o que tem permitido à Renault bater sucessivos recordes de produção e venda no País. No acumulado do ano (até setembro), a marca já registra 36,2% de crescimento em relação a 2011, enquanto o mercado cresceu 5,5% no mesmo período. É a marca que mais cresce no mercado brasileiro.

Nesta 27ª edição do Salão do Automóvel, o estande da Renault terá neutralização de carbono. Sob o comando do Instituto Renault, que completa 2 anos, as emissões de CO2 geradas pelo estande serão compensadas por meio de plantio de árvores da Mata Atlântica em uma área de proteção permanente, localizada no Paraná.

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